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	<description>Experiência e Inovação em Seguros Agrícolas</description>
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	<title>Atlas</title>
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		<title>Seguro de Colheitas – Risco de Geada: Como proteger as colheitas na estação mais fria</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 10:40:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As culturas agrícolas estão muito expostas aos fenómenos climáticos. Entre eles, a geada destaca-se como uma das maiores ameaças durante o inverno e o início da primavera. A formação de cristais de gelo nos tecidos das plantas pode destruir meses de trabalho e comprometer a produtividade de toda uma campanha. Neste caso, a cobertura de [&#8230;]</p>
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<p>As culturas agrícolas estão muito expostas aos fenómenos climáticos. Entre eles, a <strong>geada</strong> destaca-se como uma das maiores ameaças durante o inverno e o início da primavera. A formação de cristais de gelo nos tecidos das plantas pode destruir meses de trabalho e comprometer a produtividade de toda uma campanha. Neste caso, a <strong>cobertura de geada</strong> assume um papel essencial na proteção dos agricultores, ajudando a reduzir perdas e a assegurar a continuidade da exploração.</p>



<h2>O que é a geada e como se forma?</h2>



<p>A geada ocorre quando a superfície das plantas arrefece abaixo de 0 °C, provocando a cristalização do vapor de água e levando à necrose dos tecidos vegetais. Este processo, que resulta em dissecação e morte celular, é especialmente prejudicial em culturas em plena fase de crescimento ou floração. O impacto não se limita à aparência das plantas; afeta diretamente a sua capacidade de frutificação e, consequentemente, a rentabilidade da campanha agrícola.</p>



<h2>Impactos da geada nas culturas agrícolas</h2>



<p>Os danos causados pela geada podem ser severos e imediatos. A perda de rendimento é evidente, mas as consequências estendem-se também à qualidade das produções. Na <strong>viticultura</strong>, por exemplo, a geada pode destruir rebentos jovens, comprometendo a quantidade e a maturação das uvas. Em fruteiras, como pereiras e cerejeiras, as flores e frutos recém-formados são extremamente sensíveis, tornando-se inviável recuperar a produção perdida. Também hortícolas e outras culturas de campo aberto enfrentam riscos acrescidos durante noites frias prolongadas.</p>



<h2>Como o seguro de colheitas protege os agricultores do risco de geada?</h2>



<p>O risco de geada pode ser incluído na apólice do <strong>seguro de colheitas</strong> ou no <strong>seguro vitícola de colheitas</strong>. Quando ocorre um sinistro, a seguradora procede a uma peritagem técnica que avalia os danos registados na produção. A indemnização é calculada com base na produtividade esperada e na área segura, permitindo ao agricultor compensar financeiramente as perdas sofridas.</p>



<p>Esta indemnização pode revelar-se determinante para manter a viabilidade do negócio, garantindo recursos para investir nas operações seguintes, desde a manutenção até à preparação de novas campanhas agrícolas.</p>



<h2>Vantagens em contratar esta cobertura</h2>



<p>O seguro de colheitas não se limita a cobrir perdas:</p>



<ul class="has-small-font-size"><li>Reduz o impacto financeiro de fenómenos climáticos inevitáveis.</li><li>Facilita o planeamento futuro, mesmo após campanhas afetadas.</li><li>Beneficia de apoios públicos, através de bonificações que podem reduzir significativamente o valor do prémio.</li><li>Pode ser contratado individualmente ou em grupo, permitindo que agricultores de diferentes dimensões acedam à mesma proteção.<br></li></ul>



<h3>Contacte-nos para saber mais sobre o seguro de colheitas</h3>



<p>A geada é um fenómeno recorrente e muitas vezes imprevisível, capaz de comprometer colheitas inteiras. Mais do que uma rede de proteção, o <strong>seguro de geada</strong> representa um investimento estratégico na estabilidade e sustentabilidade das explorações agrícolas.</p>
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		<title>Como o seguro de colheitas pode apoiar o agricultor da aleatoriedade climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 11:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A agricultura enfrenta hoje desafios sem precedentes, muitos deles impulsionados pelas condições climáticas extremas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A agricultura enfrenta hoje desafios sem precedentes, muitos deles impulsionados pelas condições climáticas extremas. Ondas de calor ou chuvas intensas tornam este setor especialmente vulnerável, ameaçando não só a produtividade das colheitas, mas também a estabilidade económica de quem delas depende. Perante esta realidade, o seguro de colheitas surge como uma solução indispensável para proteger os agricultores e garantir a continuidade das suas atividades.</p>



<h2>O impacto das condições climáticas extremas na agricultura</h2>



<p>A aleatoriedade climática tem vindo a intensificar fenómenos meteorológicos adversos, com efeitos devastadores para a produção agrícola. Temperaturas irregulares, precipitação fora de época e eventos extremos que afetam negativamente o crescimento das culturas e, em muitos casos, resultam em perdas totais.</p>



<p>Estes eventos não só comprometem a viabilidade económica das explorações agrícolas, como colocam em risco a segurança alimentar em várias regiões. Portugal, sendo um dos países que tem sentido o impacto das alterações climáticas na Europa, é um exemplo claro da necessidade de se adopção de mecanismos que ofereçam proteção contra estes riscos imprevisíveis.</p>



<h2>Seguro de colheitas</h2>



<p>O <a href="https://atlasmga.com/solucoes/seguro-de-colheitas/">seguro de colheitas</a> foi desenvolvido para oferecer aos agricultores uma rede de segurança essencial. Este seguro protege contra riscos associados à produção agrícola, respondendo a fenómenos climáticos adversos que possam afetar as colheitas. Ao contratar o seguro, os agricultores garantem uma proteção face a perdas ou danos nas suas produções devido a condições climáticas extremas, permitindo-lhes continuar as suas atividades mesmo em cenários de imprevisibilidade climática.</p>



<p>Entre os principais benefícios deste seguro estão:</p>



<ul style="font-size:16px"><li><strong>Cobertura abrangente</strong>: adapta-se às necessidades específicas de cada cultura, oferecendo proteção contra um vasto leque de eventos climáticos adversos.</li><li><strong>Estabilidade</strong>: ao compensar os prejuízos sofridos, permite que os agricultores continuem a investir nas suas atividades através da mitigação do impacto dos prejuízos nas suas culturas.</li><li><strong>Apoio a contratação da apólice</strong>: os agricultores podem beneficiar de bonificações no prémio do seguro, com percentagens que podem atingir os 60% para contratos coletivos, jovens agricultores ou renovações.</li></ul>



<h3>Porquê investir num seguro de colheitas?</h3>



<p>A imprevisibilidade das condições climáticas tornou o seguro de colheitas uma peça central para o agronegócio. Mais do que uma solução preventiva, este seguro garante a continuidade do negócio agrícola, protegendo o agricultor das incertezas do clima.</p>



<h4>Tipos de riscos que podem ser cobertos por um seguro de colheitas</h4>



<p>O seguro de colheitas protege os agricultores contra uma variedade de riscos climáticos que podem afetar a produção agrícola. Os principais tipos de riscos cobertos incluem:</p>



<ul style="font-size:16px"><li>Seguro Horizontal &#8211; Cobre riscos como granizo, geada, queda de neve, incêndio (apenas quando contratada), queda de raio, tromba d’água e tornado. Estes riscos podem ser contratados individualmente ou em conjunto.</li><li>Seguros Especiais &#8211; Os seguros especiais oferecem coberturas para culturas especiais como as pomóideas, tomate para indústria, citrinos, cereja e pêra rocha, adaptando-se às necessidades de cada tipo de produção.</li></ul>



<p>A estes riscos podem ser acrescentadas coberturas adicionais (dependem do tipo de cultura e outros fatores). Para escolher a melhor opção para a sua exploração agrícola, entre em contacto connosco e fique a conhecer as alternativas mais adequadas às suas necessidades.</p>



<h2>Apoio para o futuro agrícola</h2>



<p>O ambiente e a agricultura estão cada vez mais interligados, especialmente num contexto de alterações climáticas. Apostar no seguro de colheitas não é apenas uma decisão sensata, mas uma necessidade para proteger o futuro da agricultura. Garantir uma rede de segurança para enfrentar os fenómenos climáticos adversos é essencial para estabilizar rendimentos, preservar colheitas e manter o setor agrícola ativo e sustentável.</p>



<p>Seja individualmente ou através de contratos coletivos, o seguro de colheitas é o aliado que os agricultores precisam para enfrentar a aleatoriedade climática com confiança e tranquilidade.</p>
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		<title>6 +1 boas razões para assistir ao Agroin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 06:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1 de outubro marca o regresso no calend&#225;rio aos eventos agr&#237;colas presenciais. O AgroIn muda-se para o Audit&#243;rio da Faculdade de Medicina Dent&#225;ria de Lisboa para um dia de partilha. Conhe&#231;as as 6 boas raz&#245;es para n&#227;o perder esta edi&#231;&#227;o. E mais uma: 1. Saber se a pegada carb&#243;nica pode ser uma m&#233;trica de competitividade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/09/THUMBNAIL-AGROIN_2020.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<div></div>
<p><a href="https://clientes.ife.pt/event/agroin" target="_blank" rel="noopener noreferrer">1 de outubro marca o regresso no calend&aacute;rio aos eventos agr&iacute;colas presenciais.</a> O AgroIn muda-se para o Audit&oacute;rio da Faculdade de Medicina Dent&aacute;ria de Lisboa para um dia de partilha. Conhe&ccedil;as as 6 boas raz&otilde;es para n&atilde;o perder esta edi&ccedil;&atilde;o. E mais uma:</p>
<h4><strong>1. Saber se a pegada carb&oacute;nica pode ser uma m&eacute;trica de competitividade</strong></h4>
<p>&Eacute; o tema do momento mas sabemos muito pouco sobre metodologias para a sua quantifica&ccedil;&atilde;o. Que fontes de emiss&atilde;o est&atilde;o inclu&iacute;das? Como &eacute; reconhecida e contabilizada a remo&ccedil;&atilde;o de carbono em biomassa e solos? Os mercados exigem e valorizam a comunica&ccedil;&atilde;o da intensidade carb&oacute;nica dos produtos agr&iacute;colas? Maria Jo&atilde;o Gaspar, consultora em sustentabilidade, vai dar as respostas. Ser&aacute; &agrave;s 09h30, logo na abertura do AgroIN.</p>
<p>E para saber como se calcula esta pegada na pr&aacute;tica, Ricardo Teixeira, do Instituto Superior T&eacute;cnico, vai apresentar um caso pr&aacute;tico de bovinos de leite e de carne.</p>
<h4><strong>2. Saber se o mercado remunera a sustentabilidade</strong></h4>
<p>Produzir com sustentabilidade &eacute; uma coisa. Ser valorizado por isso &eacute; outra. Como est&aacute; o mercado a valorizar a produ&ccedil;&atilde;o de produtos mais ecol&oacute;gicos? A sustentabilidade pode ser uma ferramenta de marketing? E quem regula tudo isto? Uma discuss&atilde;o numa mesa redonda que vai juntar Pedro Pimentel, da Centromarca, Pedro Queiroz, da FIPA e Catarina Pinto Correia da VdA.</p>
<h4><strong>3. Ficar a conhecer os projetos Infravini e Pronusbot</strong></h4>
<p>Conhe&ccedil;a o drone que est&aacute; a ser testado na Cova da Beira para prever a carga frut&iacute;cola ou tomar decis&otilde;es sobre pulveriza&ccedil;&otilde;es. Maria do Carmo Martins, do COTHN, vai explicar tudo. J&aacute; Lino Oliveira, do INESC TEC, vai falar do projeto Infravini, uma ferramenta para recolher indicadores clim&aacute;ticos e agron&oacute;micos para viticultura.</p>
<h4><strong>4. Ficar a conhecer os vencedores dos Pr&eacute;mios Vida Rural</strong></h4>
<p>No ano em que a EDIA comemora o 25&ordm; anivers&aacute;rio, vamos premiar os projetos, agricultores, empresas e entidades que fazem a diferen&ccedil;a e dinamizam os agroneg&oacute;cios na &aacute;rea de influ&ecirc;ncia de Alqueva. E a terminar, a entrega do Pr&eacute;mio Personalidade Armando Sevinate Pinto.</p>
<h4><strong>5. Saber se ainda &eacute; poss&iacute;vel crescer mais no regadio de Alqueva</strong></h4>
<p>Vamos juntar um quinteto de luxo para discutir sobre regadio e sobre o que h&aacute; ainda h&aacute; para fazer com a &aacute;gua de Alqueva. Uma conversa com <strong>Vasco Cortes Martins,&nbsp;da</strong> Sovena, <strong>Jo&atilde;o Banza</strong><strong>,</strong>&nbsp;da Agro Vale Longo<strong>,</strong> <strong>Miguel Matos Chaves</strong><strong>,</strong>&nbsp;da Migdalo, <strong>Pedro Baptista</strong><strong>,</strong>&nbsp;da Funda&ccedil;&atilde;o Eug&eacute;nio de Almeida e <strong>Jo&atilde;o Cortez Lob&atilde;o,</strong>&nbsp;da Herdade Maria da Guarda. Top!</p>
<h4><strong>6. Ficar a saber mais sobre solo</strong></h4>
<p>O solo &eacute; um sistema complexo e din&acirc;mico que importa conhecer em profundidade e que &eacute; decisivo para o sucesso das culturas. O que estamos a fazer para conservar o solo? Qual a import&acirc;ncia dos micro-organismos? Quais as melhores t&eacute;cnicas para preservar este recurso? Jo&atilde;o Coimbra vai mostrar o que est&aacute; a fazer na sua Quinta da Cholda e moderar a conversa com Isabel Brito, da Universidade de &Eacute;vora e Francisca Ramos, daSociedade Agr&iacute;cola S. Jo&atilde;o de Brito</p>
<h4><strong>7. Reencontrarmo-nos</strong></h4>
<p>No meio de uma pandemia e de dezenas de cancelamentos de eventos na &aacute;rea agr&iacute;cola, esta edi&ccedil;&atilde;o do AgroIN vai relembrar a import&acirc;ncia de estarmos juntos. Em seguran&ccedil;a, com respeito pelas regras, com o devido distanciamento, mas juntos de novo. Que este reencontro seja o primeiro de muitos mais nos pr&oacute;ximos meses. A agricultura n&atilde;o para. E o AgroIN tamb&eacute;m n&atilde;o.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Agroin 2020 - Eficienciocultura" width="810" height="456" src="https://www.youtube.com/embed/qcpRK7g-ttI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen>[embedded content]</iframe></p>
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		<title>Incêndios: Época mais critica termina com 65.000 hectares ardidos e morte de cinco bombeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 06:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A &#233;poca mais cr&#237;tica de inc&#234;ndios florestais termina hoje com cerca de 65 mil hectares de &#225;rea ardida e a morte de cinco bombeiros e de um piloto de um avi&#227;o de combate aos fogos. Nos &#250;ltimos tr&#234;s meses, o dispositivo de combate aos fogos esteve na sua capacidade m&#225;xima ao estarem no terreno 11.825 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/08/wildfire-1105209_640.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<p>A &eacute;poca mais cr&iacute;tica de inc&ecirc;ndios florestais termina hoje com cerca de 65 mil hectares de &aacute;rea ardida e a morte de cinco bombeiros e de um piloto de um avi&atilde;o de combate aos fogos.</p>
<p class="text-paragraph">Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, o dispositivo de combate aos fogos esteve na sua capacidade m&aacute;xima ao estarem no terreno 11.825 operacionais, 2.746 equipas, 2.654 ve&iacute;culos e 60 meios a&eacute;reos, no denominado &lsquo;refor&ccedil;ado &ndash; n&iacute;vel IV&rsquo;.</p>
<p class="text-paragraph">A &eacute;poca mais critica de inc&ecirc;ndios fica marcada pela morte de cinco bombeiros das corpora&ccedil;&otilde;es de Oliveira de Frades (distrito de Viseu), Miranda do Corvo (Coimbra), Leiria, Proen&ccedil;a-a-Nova (Castelo Branco) e Cuba (Beja) durante as opera&ccedil;&otilde;es de combate.</p>
<p class="text-paragraph">Durante o combate a um inc&ecirc;ndio no Parque Nacional da Peneda-Ger&ecirc;s morreu um piloto ap&oacute;s a queda de um avi&atilde;o Canadair.</p>
<p class="text-paragraph">O ministro da Administra&ccedil;&atilde;o Interna, Eduardo Cabrita, pediu &agrave; Autoridade Nacional de Emerg&ecirc;ncia e Prote&ccedil;&atilde;o Civil (ANPEC) a abertura de um inqu&eacute;rito sobre as circunst&acirc;ncias das mortes, n&atilde;o existindo ainda conclus&otilde;es.</p>
<p class="text-paragraph">O risco de inc&ecirc;ndio foi este ano elevado o que levou o Governo a decretar por v&aacute;rios dias em julho, agosto e setembro a situa&ccedil;&atilde;o de alerta especial para o Dispositivo Especial de Combate aos Inc&ecirc;ndios Rurais (DECIR).</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de n&atilde;o estar dispon&iacute;vel o relat&oacute;rio com os dados atuais, os n&uacute;meros provis&oacute;rios divulgados na p&aacute;gina da internet do Instituto da Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e das Florestas (ICNF) d&atilde;o conta de que se registaram este ano 8.980 inc&ecirc;ndios florestais que provocaram cerca de 65 mil hectares de &aacute;rea ardida.</p>
<p class="text-paragraph">Comparando com o relat&oacute;rio de 30 de setembro de 2019, verifica-se que se registaram este ano menos 1.379 ocorr&ecirc;ncias de fogos rurais, mas a &aacute;rea ardida aumentou cerca de 58%.</p>
<p class="text-paragraph">Depois da considerada &eacute;poca mais cr&iacute;tica terminar hoje, os meios de combate v&atilde;o ser reduzidos na quinta-feira ao passar estar em vigor o n&iacute;vel de empenho operacional denominado &ldquo;refor&ccedil;ado de n&iacute;vel III&rdquo;, de acordo com a Diretiva Operacional Nacional (DON), que estabelece o DECIR.</p>
<p class="text-paragraph">Durante a primeira quinzena de outubro v&atilde;o estar no terreno at&eacute; 9.804 elementos de 2.277 equipas e at&eacute; 2.154 ve&iacute;culos dos v&aacute;rios agentes presentes no terreno e at&eacute; 60 meios a&eacute;reos.</p>
<p class="text-paragraph">A Rede Nacional de Postos de Vigia para prevenir e detetar inc&ecirc;ndios vai continuar com os 230 postos de vigia at&eacute; 15 de outubro.</p>
<p class="text-paragraph">Na segunda quinzena de outubro, a DON prev&ecirc; uma nova redu&ccedil;&atilde;o dos meios de combate a inc&ecirc;ndios.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nVmun4c9pr">
<p><a href="https://www.agroportal.pt/saiba-quando-se-podem-fazer-queimas-e-queimadas-em-2020/">Saiba quando se podem fazer queimas e queimadas em 2020</a></p>
</blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&ldquo;Saiba quando se podem fazer queimas e queimadas em 2020&rdquo; &mdash; Agroportal - a porta para a agricultura e o mundo rural" src="https://www.agroportal.pt/saiba-quando-se-podem-fazer-queimas-e-queimadas-em-2020/embed/#?secret=nVmun4c9pr" data-secret="nVmun4c9pr" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pedrógão Grande: Ex-comandante distrital de Leiria diz que não se aprendeu com o fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 18:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-comandante distrital de Leiria, S&#233;rgio Gomes, disse hoje na Comiss&#227;o de Inqu&#233;rito na Assembleia da Rep&#250;blica que &#8220;n&#227;o se aprendeu nada&#8221; com o inc&#234;ndio de Pedr&#243;g&#227;o Grande, em 17 de junho de 2017. &#8220;Hoje estamos pior do que est&#225;vamos em 2017. Portugal n&#227;o est&#225; melhor preparado e isso pode-se aferir pelo inc&#234;ndio de Proen&#231;a-a-Nova [&#8230;]</p>
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<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/09/forest-fire-2268729_640.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<p>O ex-comandante distrital de Leiria, S&eacute;rgio Gomes, disse hoje na Comiss&atilde;o de Inqu&eacute;rito na Assembleia da Rep&uacute;blica que &ldquo;n&atilde;o se aprendeu nada&rdquo; com o inc&ecirc;ndio de Pedr&oacute;g&atilde;o Grande, em 17 de junho de 2017.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Hoje estamos pior do que est&aacute;vamos em 2017. Portugal n&atilde;o est&aacute; melhor preparado e isso pode-se aferir pelo inc&ecirc;ndio de Proen&ccedil;a-a-Nova ainda h&aacute; relativamente pouco tempo, onde arderam 17 mil hectares&rdquo;, disse S&eacute;rgio Gomes, na comiss&atilde;o Eventual de Inqu&eacute;rito Parlamentar &agrave; atua&ccedil;&atilde;o do Estado na atribui&ccedil;&atilde;o de apoios na sequ&ecirc;ncia dos inc&ecirc;ndios de 2017 na zona do Pinhal Interior.</p>
<p class="text-paragraph">Abordando o inc&ecirc;ndio naquele concelho do distrito de Castelo Branco, S&eacute;rgio Gomes constatou que, &ldquo;muitas vezes, os fogos n&atilde;o se combatem&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Defendem-se popula&ccedil;&otilde;es e quando estamos a defender uma popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o estamos a combater, estamos a desviar o fogo da povoa&ccedil;&atilde;o. Depois somos confrontados com &aacute;reas ardidas enorm&iacute;ssimas e n&atilde;o temos meios para parar esses inc&ecirc;ndios&rdquo;, sublinhou.</p>
<p class="text-paragraph">Chamado &agrave; comiss&atilde;o pelo grupo parlamentar do PCP, o ex-comandante afirmou que nada sabe sobre os apoios concedidos pelo Estado, mas acabou por responder a perguntas sobre o inc&ecirc;ndio de Pedr&oacute;g&atilde;o Grande.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;H&aacute; uma resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica, a 51/2014, que fala naquilo que era necess&aacute;rio na floresta e, daquilo que podemos observar, neste momento, pouco ou nada foi feito at&eacute; 2017&rdquo;, come&ccedil;ou por referir em resposta ao deputado do PCP Jo&atilde;o Dias.</p>
<p class="text-paragraph">S&eacute;rgio Gomes salientou que, &ldquo;se este documento tivesse sido considerado, possivelmente ter-se-iam evitado muitas das v&iacute;timas e a cat&aacute;strofe teria tido outra dimens&atilde;o&rdquo;, pois j&aacute; abordava aquilo que hoje se conhece pelo programa &ldquo;Aldeias Seguras, Pessoas Seguras&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Por que &eacute; que houve as 64 mortes [Pedr&oacute;g&atilde;o Grande]? Porque muitas das pessoas sa&iacute;ram das suas casas. Esse tal programa foi das poucas coisas boas que se fizeram nestes tr&ecirc;s anos, pois explicou-se &agrave;s pessoas o que podem fazer em situa&ccedil;&atilde;o de cat&aacute;strofe. Ter-se-ia evitado as mortes de muitas pessoas se tivessem ficado em casa e isso j&aacute; estava vertido no documento de 2014&ldquo;, insistiu.</p>
<p class="text-paragraph">O ex-comandante considerou que, desde 2017, no que se refere ao combate de inc&ecirc;ndios florestais, &ldquo;o que se fez &eacute; muito redutor&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;N&atilde;o aprendemos com os erros. N&atilde;o evolu&iacute;mos na quest&atilde;o do combate. Aqueles que s&atilde;o os maiores atores no combate aos inc&ecirc;ndios florestais, que s&atilde;o os bombeiros volunt&aacute;rios, s&atilde;o uma n&atilde;o aposta. Cada vez mais se vai apoiando menos, o que faz com que abandonem os quart&eacute;is&rdquo;, perdendo-se &ldquo;gente com experi&ecirc;ncia&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">S&eacute;rgio Gomes defendeu ainda que se criem comiss&otilde;es, &ldquo;n&atilde;o apenas quando h&aacute; mortes&rdquo;, mas que sejam usadas &ldquo;para as evitar&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">Por exemplo, &ldquo;seria importante perceber o que se passou no inc&ecirc;ndio de Proen&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">O ex-comandante defendeu uma aposta na gest&atilde;o da floresta e na elabora&ccedil;&atilde;o de cartografia de risco, assim como no cadastro florestal.</p>
<p class="text-paragraph">O inc&ecirc;ndio, que deflagrou em 17 de junho de 2017, em Escalos Fundeiros, no concelho de Pedr&oacute;g&atilde;o Grande, distrito de Leiria, e que alastrou depois a concelhos vizinhos, provocou 66 mortos e 253 feridos, sete deles com gravidade, tendo destru&iacute;do cerca de 500 casas, 261 das quais habita&ccedil;&otilde;es permanentes, e 50 empresas.</p>
</div>
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		<title>Poluição da pecuária ainda afecta mais de 600 massas de água no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 17:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Minist&#233;rio do Ambiente vai incluir as explora&#231;&#245;es de pecu&#225;ria intensiva no plano de fiscaliza&#231;&#245;es para 2021. Governo quer valorizar res&#237;duos para melhoria de solos noutras zonas do pa&#237;s. O Minist&#233;rio do Ambiente vai incluir as explora&#231;&#245;es de pecu&#225;ria intensiva no plano de fiscaliza&#231;&#245;es para 2021 das entidades que tutela, com o objectivo de prevenir [&#8230;]</p>
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<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/09/1510370.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<p>O Minist&eacute;rio do Ambiente vai incluir as explora&ccedil;&otilde;es de pecu&aacute;ria intensiva no plano de fiscaliza&ccedil;&otilde;es para 2021. Governo quer valorizar res&iacute;duos para melhoria de solos noutras zonas do pa&iacute;s.</p>
<p dir="ltr">O Minist&eacute;rio do Ambiente vai incluir as explora&ccedil;&otilde;es de pecu&aacute;ria intensiva no plano de fiscaliza&ccedil;&otilde;es para 2021 das entidades que tutela, com o objectivo de prevenir e punir as descargas ilegais de efluentes que afectam negativamente a qualidade de mais de 600 massas de &aacute;gua superficiais e subterr&acirc;neas em Portugal Continental.</p>
<p dir="ltr">No &acirc;mbito da revis&atilde;o da Estrat&eacute;gia Nacional para os Efluentes Agro-pecu&aacute;rios e Agro-industriais (ENEAPAI), os minist&eacute;rios da Agricultura e do Ambiente prometem avan&ccedil;ar com um conjunto de medidas para redu&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental deste sector e para valoriza&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos gerados pela pecu&aacute;ria, desde logo para melhoria de solos noutras zonas do pa&iacute;s.</p>
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<p dir="ltr">Em Portugal, h&aacute; um claro desequil&iacute;brio entre territ&oacute;rios&nbsp;muito ligados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria intensiva, em que h&aacute; um excesso de azoto e f&oacute;sforo org&acirc;nico lan&ccedil;ados &agrave; terra ou &agrave; &aacute;gua, e outros onde esses elementos est&atilde;o em falta, e nos quais os efluentes poderiam ser usados para enriquecer o solo.</p>
<aside class="story__callout story__callout--link"></aside>
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<p dir="ltr">Os minist&eacute;rios da Agricultura e do Ambiente querem por isso que a valoriza&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola seja o destino prim&aacute;rio da maior parte destes efluentes e a ENEAPAI estabelece um conjunto de condi&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o, em Portugal, de um circuito que, desde logo,</p>
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		<title>Câmara da Mealhada defende uma liderança do poder central na Fundação do Bussaco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 16:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da C&#226;mara da Mealhada defendeu hoje que o poder central deve liderar a Funda&#231;&#227;o Mata do Bussaco (FMB) e assegurar, ao mesmo tempo, mais financiamento para a institui&#231;&#227;o. &#8220;Quer eu quer o presidente da Funda&#231;&#227;o achamos que [o modelo de gest&#227;o] deve ser alterado. O sentido e os detalhes s&#227;o com o Governo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/Floresta-vida-rural-5.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<p>O presidente da C&acirc;mara da Mealhada defendeu hoje que o poder central deve liderar a Funda&ccedil;&atilde;o Mata do Bussaco (FMB) e assegurar, ao mesmo tempo, mais financiamento para a institui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Quer eu quer o presidente da Funda&ccedil;&atilde;o achamos que [o modelo de gest&atilde;o] deve ser alterado. O sentido e os detalhes s&atilde;o com o Governo, agora deve haver uma lideran&ccedil;a na Funda&ccedil;&atilde;o por parte do poder central&rdquo;, afirmou Rui Marqueiro, que falava &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa no final de uma audi&ccedil;&atilde;o na comiss&atilde;o parlamentar de Agricultura e Mar&nbsp;sobre a gest&atilde;o da Mata Nacional do Bussaco.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o autarca, &eacute; o Governo que deve liderar a Funda&ccedil;&atilde;o Mata do Bussaco, podendo tamb&eacute;m nela estarem representados outros agentes, como &eacute; o caso da autarquia, mas tamb&eacute;m de universidades ou de institutos p&uacute;blicos que toquem em temas ligados &agrave; &ldquo;realidade da Mata&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">No entanto, Rui Marqueiro vincou que essa lideran&ccedil;a do poder central deve traduzir-se em financiamento que &ldquo;neste momento n&atilde;o existe&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;O poder central tem pedido &agrave; C&acirc;mara Municipal para ajudar a resolver os problemas&rdquo;, notou, considerando que &ldquo;s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel fazer mais com mais&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">Neste momento, as verbas da FMB v&ecirc;m em grande maioria (cerca de 80%) de receitas pr&oacute;prias, sendo que grande parte do restante &eacute; assegurado pela autarquia, explicou.</p>
<p class="text-paragraph">A C&acirc;mara da Mealhada, vincou, n&atilde;o pretende deixar de apoiar a Funda&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o pretende &ldquo;p&ocirc;r-se de fora&rdquo;, por&eacute;m, o Governo tem que ter &ldquo;um peso que n&atilde;o tem&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Para se ter a Mata bem cuidada, como ela exige, &eacute; preciso mais&rdquo;, asseverou, notando ainda que a pandemia tem tido tamb&eacute;m implica&ccedil;&otilde;es na Mata Nacional do Bussaco, visto que houve uma quebra &ldquo;muito grande&rdquo; na vertente das receitas pr&oacute;prias.</p>
<p class="text-paragraph">A Mata do Bussaco tornou-se monumento nacional em 2018.</p>
<p class="text-paragraph">Com 105 hectares, a Mata foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descal&ccedil;os no s&eacute;culo XVII, encontrando-se delimitada pelos muros erguidos pela ordem para limitar o acesso.</p>
<p class="text-paragraph">Al&eacute;m da Mata centen&aacute;ria, o conjunto patrimonial do Bussaco, que foi declarado monumento nacional em 2017, apresenta um n&uacute;cleo central formado pelo Palace Hotel do Bussaco (instalado desde 1917 num pavilh&atilde;o de ca&ccedil;a dos &uacute;ltimos reis de Portugal) e pelo Convento de Santa Cruz, a que se juntam as ermidas de habita&ccedil;&atilde;o, as capelas de devo&ccedil;&atilde;o e os Passos que comp&otilde;em a Via-Sacra, a Cerca com as Portas, o Museu Militar e o monumento comemorativo da Batalha do Bu&ccedil;aco.</p>
<p class="text-paragraph">Os cruzeiros, as fontes (com destaque para a Fonte Fria com a sua monumental escadaria) e as cisternas, os miradouros e as casas florestais comp&otilde;em o vasto conjunto do patrim&oacute;nio.</p>
</div>
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		<title>Açores/Eleições: “Gestão empresarial” de matadouros traria ganhos enormes – Iniciativa Liberal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 15:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato da Iniciativa Liberal &#224;s pr&#243;ximas elei&#231;&#245;es regionais dos A&#231;ores Nuno Barata disse hoje que uma &#8220;gest&#227;o empresarial&#8221; dos matadouros da regi&#227;o traria ganhos &#8220;enormes&#8221; ao n&#237;vel da &#8220;produtividade e efici&#234;ncia&#8221;. Citado em nota de imprensa, o cabe&#231;a de lista da Iniciativa Liberal pelo c&#237;rculo de S&#227;o Miguel destaca que os matadouros s&#227;o um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/09/portugal-4409657_640.jpg" class="type:primaryImage"></figure>
<p>O candidato da Iniciativa Liberal &agrave;s pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es regionais dos A&ccedil;ores Nuno Barata disse hoje que uma &ldquo;gest&atilde;o empresarial&rdquo; dos matadouros da regi&atilde;o traria ganhos &ldquo;enormes&rdquo; ao n&iacute;vel da &ldquo;produtividade e efici&ecirc;ncia&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">Citado em nota de imprensa, o cabe&ccedil;a de lista da Iniciativa Liberal pelo c&iacute;rculo de S&atilde;o Miguel destaca que os matadouros s&atilde;o um &ldquo;monop&oacute;lio exclusivo&rdquo; do Governo dos A&ccedil;ores e que &ldquo;os ganhos de produtividade e de efici&ecirc;ncia que poderiam ser alcan&ccedil;ados com uma gest&atilde;o empresarial daquela infraestrutura seriam enormes&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Nuno Barata, se o Governo Regional &ldquo;n&atilde;o &eacute; capaz de gerir melhor&rdquo; as infraestruturas e servi&ccedil;os p&uacute;blicos, deve concession&aacute;-los aos privados.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;Se o Estado ou a regi&atilde;o n&atilde;o &eacute; capaz de gerir melhor e investir mais para prestar um melhor servi&ccedil;o aos cidad&atilde;os e &agrave;s empresas, ent&atilde;o deve concessionar esses servi&ccedil;os a empresas que o fa&ccedil;am de forma a garantir que &agrave; sua efic&aacute;cia seja acrescida efici&ecirc;ncia&rdquo;, declarou Nuno Barata.</p>
<p class="text-paragraph">O cabe&ccedil;a de lista da Iniciativa Liberal pelos c&iacute;rculos de S&atilde;o Miguel e tamb&eacute;m da compensa&ccedil;&atilde;o visitou hoje uma ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o de carnes, localizada na freguesia das Feteiras, em Ponta Delgada.</p>
<p class="text-paragraph">Nuno Barata advoga que o matadouro de S&atilde;o Miguel ficou &ldquo;estagnado&rdquo;, ao contr&aacute;rio de todos os outros da regi&atilde;o que receberam &ldquo;melhoramentos significativos&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">&ldquo;O matadouro de S&atilde;o Miguel n&atilde;o tem, por exemplo, certifica&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para permitir &agrave;s empresas locais enviarem carca&ccedil;as para pa&iacute;ses terceiros e mesmo para pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia essas condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas exigidas apenas s&atilde;o toleradas&rdquo;, l&ecirc;-se no comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">O candidato disse ainda ser necess&aacute;rio realizar uma &ldquo;valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos regionais&rdquo; e garantir a &ldquo;agiliza&ccedil;&atilde;o do processo de licenciamento dos investimentos&rdquo; que, atualmente, &eacute; um &ldquo;aut&ecirc;ntico calv&aacute;rio para os empreendedores&rdquo;.</p>
<p class="text-paragraph">Para as pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es regionais de 25 de outubro, a Iniciativa Liberal apresenta Nuno Barata como cabe&ccedil;a de lista pelos c&iacute;rculos de S&atilde;o Miguel e compensa&ccedil;&atilde;o, enquanto Jos&eacute; Lu&iacute;s Parreira encabe&ccedil;a a candidatura do partido pela ilha Terceira.</p>
<p class="text-paragraph">Nas anteriores legislativas a&ccedil;orianas, em 2016, o PS venceu com 46,4% dos votos, o que se traduziu em 30 mandatos no parlamento regional, contra 30,89% do segundo partido mais votado, o PSD, com 19 mandatos, e 7,1% do CDS-PP (quatro mandatos).</p>
<p class="text-paragraph">O BE, com 3,6%, obteve dois mandatos, a coliga&ccedil;&atilde;o PCP/PEV, com 2,6%, um, e o PPM, com 0,93% dos votos expressos, tamb&eacute;m um.</p>
<p class="text-paragraph">O PS governa a regi&atilde;o h&aacute; 24 anos, tendo sido antecedido pelo PSD, que liderou o executivo regional entre 1976 e 1996.</p>
</div>
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		<item>
		<title>CiB promove webinar sobre a necessidade de novas variedades GM para alimentação animal – 8 de outubro</title>
		<link>https://atlasmga.com/en/cib-promove-webinar-sobre-a-necessidade-de-novas-variedades-gm-para-alimentacao-animal-8-de-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 15:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 8 de outubro realiza-se mais um webinar organizado pelo CiB-Centro de Informa&#231;&#227;o de Biotecnologia, desta vez para discutir o tema &#8220;OGM &#8211; Autoriza&#231;&#227;o de importa&#231;&#227;o de novas variedades para colmatar a escassez de prote&#237;nas&#8221; na Uni&#227;o Europeia. Como Pa&#237;s dependente da produ&#231;&#227;o externa de fontes de prote&#237;na, sobretudo soja, precisamos de uma mudan&#231;a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2020/09/webinar-cib-OGM_edit-1.png" class="type:primaryImage"></figure>
<p>No dia 8 de outubro realiza-se mais um webinar organizado pelo <a href="https://www.agroportal.pt/diretorio/cib-centro-informacao-biotecnologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CiB-Centro de Informa&ccedil;&atilde;o de Biotecnologia</a>, desta vez para discutir o tema &ldquo;OGM &ndash; Autoriza&ccedil;&atilde;o de importa&ccedil;&atilde;o de novas variedades para colmatar a escassez de prote&iacute;nas&rdquo; na Uni&atilde;o Europeia. Como Pa&iacute;s dependente da produ&ccedil;&atilde;o externa de fontes de prote&iacute;na, sobretudo soja, precisamos de uma mudan&ccedil;a na pol&iacute;tica de Bruxelas, com maior previsibilidade e estabilidade, em que as decis&otilde;es devem ser tomadas numa base cient&iacute;fica.</p>
<p>Realiza-se no pr&oacute;ximo dia 8 de outubro, &agrave;s 17H00, o webinar &ldquo;OGM &ndash; Autoriza&ccedil;&atilde;o de importa&ccedil;&atilde;o de novas variedades para colmatar a escassez de prote&iacute;nas&rdquo;. Em debate estar&atilde;o temas como a necessidade de uma nova pol&iacute;tica de aprova&ccedil;&atilde;o de OGM na UE, o Plano Europeu de Prote&iacute;na, a Estrat&eacute;gia &lsquo;Farm to Fork&rsquo; e a nova Agenda de Inova&ccedil;&atilde;o para a agricultura.</p>
<p>Promovido pelo CiB-Centro de Informa&ccedil;&atilde;o de Biotecnologia, com o apoio do ITQB NOVA e da IACA-Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais, este encontro online ser&aacute; moderado por Jaime Pi&ccedil;arra, Secret&aacute;rio-Geral da IACA, e ter&aacute; como oradores Jos&eacute; Palha, agricultor e Presidente da Dire&ccedil;&atilde;o da ANPOC-Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Produtores de Cereais, Ant&oacute;nio Tavares, Presidente do Grupo de Trabalho da Carne de Porco do COPA-COGECA, da Diretora de Servi&ccedil;o de Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o na DGAV, Mestre Paula Bico, e, como comentador, ter&aacute; o Professor Manuel Chaveiro Soares, especialista em produ&ccedil;&atilde;o e nutri&ccedil;&atilde;o animal.</p>
<p>Com este evento, o CiB e parceiros pretendem refor&ccedil;ar a necessidade de a Uni&atilde;o Europeia permitir novas autoriza&ccedil;&otilde;es para a importa&ccedil;&atilde;o de mais variedades geneticamente modificadas. Esta medida assume particular relev&acirc;ncia para pa&iacute;ses como Portugal e os outros Estados Membros da UE, dada a sua condi&ccedil;&atilde;o de extrema depend&ecirc;ncia do exterior para garantir o abastecimento suficiente de prote&iacute;na vegetal para utiliza&ccedil;&atilde;o em ra&ccedil;&otilde;es para animais, garantindo a competitividade e sustentabilidade da Fileira pecu&aacute;ria.</p>
<p>A quest&atilde;o da prote&iacute;na assume assim uma import&acirc;ncia estrat&eacute;gica, para al&eacute;m do facto de ser indispens&aacute;vel para a alimenta&ccedil;&atilde;o, quer humana, quer animal.</p>
<h2 class="has-text-align-center" style="text-align: center;"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCM7rItyKAxo2V80lf3Owi0Sv2pXKrJPbUBBZAb41fZXcaOA/viewform" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">&rarr; Inscri&ccedil;&atilde;o &larr;</a></h2>
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		<title>ACOS aumenta resposta às necessidades dos produtores de azeitona e de azeite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 15:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com aquisi&#231;&#227;o de novos equipamentos para Laborat&#243;rio de Qu&#237;mica A ACOS adquiriu recentemente equipamentos para o Laborat&#243;rio de Qu&#237;mica e aumentou a oferta de an&#225;lises de azeite ao encontro das necessidades dos produtores. Com mais estes equipamentos, passou a ser poss&#237;vel fazer no Laborat&#243;rio da ACOS uma grande parte das determina&#231;&#245;es anal&#237;ticas necess&#225;rias &#224; classifica&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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<figure><img src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/ACOS-3.png" class="type:primaryImage"></figure>
<p style="text-align: center;">Com aquisi&ccedil;&atilde;o de novos equipamentos para Laborat&oacute;rio de Qu&iacute;mica</p>
<p>A <a href="https://www.agroportal.pt/diretorio/acos-associacao-de-agricultores-do-sul/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ACOS</a> adquiriu recentemente equipamentos para o Laborat&oacute;rio de Qu&iacute;mica e aumentou a oferta de an&aacute;lises de azeite ao encontro das necessidades dos produtores. Com mais estes equipamentos, <strong>passou a ser poss&iacute;vel fazer no Laborat&oacute;rio da ACOS uma grande parte das determina&ccedil;&otilde;es anal&iacute;ticas necess&aacute;rias &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o do azeite como virgem extra, virgem ou lampante, categorias definidas em regulamentos comunit&aacute;rios</strong>. Estas an&aacute;lises permitem avaliar a qualidade e a pureza do azeite, ou seja, se o azeite produzido tem qualidade adequada &agrave; sua comercializa&ccedil;&atilde;o e se n&atilde;o tem misturas com outros &oacute;leos vegetais. <strong>&Eacute; tamb&eacute;m j&aacute; poss&iacute;vel </strong><strong>a determina&ccedil;&atilde;o do teor de componentes antioxidantes naturais</strong><strong> relevantes para a sa&uacute;de</strong>, ou seja, de polifen&oacute;is totais e de hidroxitirosol, tirosol e oleuropeina em azeitona e azeite.</p>
<p>O laborat&oacute;rio de Qu&iacute;mica da ACOS tem actualmente dispon&iacute;veis <strong>an&aacute;lises de rendimento e qualidade em azeitona, </strong><strong>an&aacute;lises de baga&ccedil;o de azeitona, de qualidade e de pureza do azeite e ainda an&aacute;lises ao &oacute;leo de baga&ccedil;o de azeitona. </strong></p>
<p>Este tipo de an&aacute;lises permite verificar poss&iacute;veis problemas na qualidade da azeitona em resultado de falhas durante o processo de produ&ccedil;&atilde;o, transforma&ccedil;&atilde;o e armazenamento, que poder&atilde;o conduzir a uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o do azeite produzido, e tamb&eacute;m problemas de pureza que podem resultar de contamina&ccedil;&otilde;es acidentais ou de fraudes. <strong>As an&aacute;lises dispon&iacute;veis permitem tamb&eacute;m a certifica&ccedil;&atilde;o do azeite que se destina &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o, designadamente para o Brasil. </strong></p>
<p>As an&aacute;lises qu&iacute;micas &agrave; azeitona s&atilde;o um <strong>instrumento objectivo de apoio ao processo de decis&atilde;o sobre o momento ideal para a colheita</strong>. Permitem a monitoriza&ccedil;&atilde;o do rendimento e qualidade das azeitonas ao longo da campanha, bem como a determina&ccedil;&atilde;o das perdas de azeite no baga&ccedil;o.</p>
<p><strong>Para assegurar e atestar a qualidade dos resultados do laborat&oacute;rio, a ACOS pediu a acredita&ccedil;&atilde;o pela norma NP EN ISO/IEC 17025, a qual foi obtida em 2015. A acredita&ccedil;&atilde;o segundo esta norma &eacute; um reconhecimento da compet&ecirc;ncia t&eacute;cnica do Laborat&oacute;rio e obriga a um controlo de qualidade permanente dos ensaios realizados</strong>. Este controlo de qualidade implica, entre outros procedimentos, a participa&ccedil;&atilde;o em ensaios de compara&ccedil;&atilde;o interlaboratorial, nos quais o organizador do ensaio envia uma mesma amostra para v&aacute;rios laborat&oacute;rios de todo o mundo, comparando e avaliando os resultados obtidos. <strong>O laborat&oacute;rio da ACOS participa anualmente em tr&ecirc;s ensaios &ndash; de &acirc;mbito internacional &ndash; de compara&ccedil;&atilde;o interlaboratorial ao azeite e em um de azeitona.</strong></p>
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